Segunda, 02 de Agosto de 2021
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Política Projeto de Resolução

“Atropelo” do Regimento Interno deverá parar na Justiça

As alterações consideradas mais absurdas são as que reduzem de 30 minutos para 5 minutos o tempo da Tribuna Livre para a população, o que configuraria a subversão do direito democrático de se manifestar, além da aprovação da reeleição por até 3 mandatos c

30/06/2021 11h28 Atualizada há 1 mês
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Por: A Estância
“Atropelo” do Regimento Interno deverá parar na Justiça

Imediatamente após a votação do Projeto de Resolução que alterou diversos artigos do Regimento Interno da Câmara de Avaré, vereadores da Oposição, que denunciam desde o cerceamento do direito à análise e ao debate da proposta até artigos que beneficiam diretamente a Mesa Diretora, iniciaram estudos no sentido de judicializar a votação.

O assunto é fortemente discutido dentro do PSD, onde os 4 vereadores – Adalgisa Ward, Hidalgo Freitas, Luiz Cláudio e Tenente Carlos Vagner – são fortemente favoráveis a se amparar na Justiça para corrigir o que chamam de “ilegalidades”. A atitude também é apoiada por Marcelo Ortega e Bel Dadário.

Eles reclamam que o projeto foi entregue com um tempo muito curto para análise, e o chamado “Rolo Compressor” (como está sendo chamado o grupo de Jô Silvestre) não permitiu sequer que fosse aprovado um pedido de vistas solicitado por Adalgisa Ward, durante a sessão.

As alterações consideradas mais absurdas são as que reduzem de 30 minutos para 5 minutos o tempo da Tribuna Livre para a população, o que configuraria a subversão do direito democrático de se manifestar, além da aprovação da reeleição por até 3 mandatos consecutivos do presidente, o que beneficia diretamente o atual detentor da cadeira, Flávio Zandoná, além da obrigatoriedade da disputa da mesa diretora ocorrer por chapa fechada, ao invés do modelo atual, com nomes individuais.

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