Quarta, 27 de Janeiro de 2021
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Vereador Carlos Wagner provoca confusão no partido por cobiçar Presidência

Alguém deveria avisá-lo que o seu mandato é independente da instituição, ou seja, suas ações, condutas e atitudes são de cunho exclusivo dele e pessoal

27/12/2020 15h28 Atualizada há 4 semanas
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Por: A Estância
Vereador Carlos Wagner provoca confusão no partido por cobiçar Presidência

 

Com repercussão na imprensa, a alegação de que o vereador do PSD Carlos Wagner pretende disputar a Presidência da Câmara com sua colega de partido Adalgisa Ward porque teria havido uma orientação da “Policia” nesse sentido está trazendo contrariedade e questionamentos em todos os sentidos. 

 

A cobiça de Carlos Wagner, que é tenente da Polícia reformado, sobre a Presidência está sendo considerada por alguns como “afoita”, já que dentro do PSD ele, Hidalgo Freitas e Luiz Cláudio conseguiram suas vagas graças à boa votação de Adalgisa, com seus 1.850 votos, a mais votada da cidade. 

 

Eles já teriam, no início da disputa, prometido voto em Adalgisa à Presidência, tanto por mérito (já que ela já tem experiência como vereadora) quanto por aclamação, pois uma grande parcela da população a quer na cadeira mais importante do Legislativo.

 

A mudança de rumo de Carlos Wagner chamou a atenção e causou racha no partido, além de abrir excelente espaço de manobra para que a bancada de Jô Silvestre se favoreça, pois o tenente reformado não teria os votos do PSL e do Podemos, que já anunciaram voto em Adalgisa, tornando sua vitória impossível. 

 

A desunião dentro do PSD é algo que já ultrapassou as fronteiras dos bastidores e agora é assunto dentro das rodas políticas. Por outro lado, cabe uma explicação de Carlos Wagner à sociedade, pois ao acatar uma suposta “ordem da Polícia”.

 

Há quem ache que essa história está mal contada, apesar das inúmeras testemunhas, inclusive pessoas de outros partidos, que o viram anunciar essa suposta interferência da PM em sua vida política. 

 

O que se sabe é que a instituição da PM é apartidária, e como o vereador está reformado (aposentado), não mais representaria a instituição. 

 

Alguém deveria avisá-lo que o seu mandato é independente da instituição, ou seja, suas ações, condutas e atitudes são de cunho exclusivo dele e pessoal, e jamais deveria ter algo a ver com Polícia Militar que inclusive é rigorosa e não aceita vincular o nome da corporação com questões políticas.

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