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Internauta coloca em “xeque” ato do prefeito sobre reabertura de academias

Ele chama a atitude de Jô Silvestre nesse caso de “...apenas uma jogada de marketing político, famoso ‘migué’ por causa do período eleitoral que se aproxima.

07/08/2020 18h23
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Por: A Estância
 Internauta coloca em “xeque” ato do prefeito sobre reabertura de academias

Com argumentos claros e bem pertinentes, o internauta G.H. apontou as contradições da Prefeitura nesse recuo da abertura das academias. Citando a nota intitulada “Prefeitura recua após questionamento do MP”, ele aponta que se a Prefeitura sabia que não poderia mudar a questão da flexibilização do comércio enquanto estivesse na fase laranja do Plano SP, “por que disse que iria baixar o decreto?”.

Segundo ele, o fato de o MP questionar “não vincula nem gera nenhuma sanção à Prefeitura”, já que “quem pode anular um decreto é apenas o Poder Judiciário, na figura do juiz de Direito, e para isso acontecer primeiro o suposto decreto teria que ser editado”.

Ele chama a atitude de Jô Silvestre nesse caso de “...apenas uma jogada de marketing político, famoso ‘migué’ por causa do período eleitoral que se aproxima. Brasil, 500 anos e nada mudou”.

Outro internauta (J.A.) completou: “Mas é só aqui em Avaré; nas cidades próximas à Capital”, conforme menciona, os prefeitos não se curvam ao governador João Dória “...assim tão fácil!”.

Diante dos comentários, a Prefeitura de Avaré se posicionou: “A nota é clara. O questionamento do MP se deu com base nas declarações do Governador do Estado que ocorreram APÓS a definição pela reabertura anunciada pelo Comitê Municipal de Combate e Prevenção ao Covid-19, órgão técnico capaz de decidir sobre questões locais. Até então, a decisão do colegiado local poderia fundamentar a decisão do Prefeito, sem ela, o Executivo não pode atuar”.

O internauta G.H. rebateu: “Sim, a nota é clara. A Prefeitura recuou de algo que nem mesmo chegou a fazer e que sabia que não estava capacitada a fazer. Puro marketing. A situação sobre flexibilização é a mesma já faz 4 meses”. E acrescentou, complementando a fala de uma internauta sobre eventual impedimento legal do decreto: “...na verdade ninguém impediu, até porque algo que não chegou a acontecer não pode ser desfeito”.

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