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Política Gestão

Administração de Jô Silvestre vive momento ruim

A polêmica mais recente envolve cinquenta pastores evangélicos de Avaré.

03/07/2020 21h45 Atualizada há 1 mês
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Por: A Estância
Administração de Jô Silvestre vive momento ruim

Os últimos trinta dias têm sido especialmente negativos para o prefeito Jô Silvestre. 

 

Recentemente ele conseguiu ofender e brigar com a imprensa, ao afirmar em sua rede social que prefeitos da região supostamente “comprariam” (aspas nossas) jornalistas para conseguir matérias positivas e que em Avaré ele se diz perseguido por ter cortado verba para jornais. 

 

No caso da briga com a imprensa, a Associação Paulista de Imprensa (API), diante da gravidade das ofensas de Jô Silvestre contra classe, emitiu nota oficial repudiando as atitudes do chefe do Executivo. 

 

Não bastando o povo avareense estar enfrentando uma pandemia que tem resultado em mortes, quebra do comércio e desemprego, o pai de Jô Silvestre, o ex-prefeito Joselyr Silvestre, parece estar somente preocupado com a obra do Arenão, chegando a criticar o próprio filho por causa da demora na execução dos serviços no almejado sonho da família que está sendo realizado no parque Fernando Cruz Pimentel. 

 

É fato também que ele também não está sabendo lidar com a Pandemia, brigando com o governador, não se articulando com a DRS de Bauru e perdendo ações na Justiça para tentar reabrir o comércio, caminho este criticado por juristas, entre outras situações.

 

Quanto à gestão a quarentena, além de falta de habilidade para lidar com as empresas  (exemplo disso foi a Polícia ter sido acionada para fechar uma confecção em Avaré), o atual prefeito teve uma ação rejeitada pela Justiça de Avaré, na qual ele solicitava autorização para a flexibilização da quarentena. Tal medida, obrigatoriamente, deveria ser articulada junto à DRS de Bauru, mas o prefeito insiste em fazer isso via judicial, recorrendo da decisão junto ao Tribunal de Justiça, com chances reais de novamente ter o pedido rejeitado. 

 

A polêmica mais recente envolve cinquenta pastores evangélicos de Avaré. 

 

O pastor Edmar Fernando gravou um vídeo afirmando que, em reunião com um representante do prefeito, pastores de várias denominações ouviram a promessa de que seria permitido o funcionamento das igrejas e que não haveria fiscalização por parte da Prefeitura. 

 

Diante dessa polêmica e das flagrantes ilegalidades (aglomeração de pessoas desrespeitando decreto do Governo do Estado, relaxamento de função pública entre outras), o secretário de Administração veio a público desmentir o pastor, o que está enfurecendo grupos evangélicos da cidade, em face da suposta promessa quebrada, mostrando o clima de incertezas e confusão da atual gestão.

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